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Twts matching #Musiquinta
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#musiquinta: hoje o tema é “Toda semana”, com as músicas que vocês ouvem com regularidade semanal, sempre tão na ponta da língua e nos charts de mais tocados da semana.

Ora, não sei se é todas as semanas que ouço isto, mas é sem dúvida das músicas que mais vezes ouvi desde que a escrevi…

#kokori - The Sky Is Concrete, The Stars Are Bullet Holes

https://anti-demos-cracia.bandcamp.com/track/kokori-the-sky-is-concrete-the-stars-are-bullet-holes

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#MusiQuinta com a pauta “músicas que viraram tatuagens de vocês, mas também valem músicas sobre tatuagem, que vocês planejem fazer tatuagem sobre, que conheçam alguém que tatuou a letra, que acha bonito ou que acha tatuável”:

Marilyn Manson - Tatooed in Reverse

I’m un-stabled, I’m not a show horse
I can’t be bridled, of course
I’m un-scabbed and un-regretted
I got tattooed in reverse
Woah, in reverse

https://marilynmanson.bandcamp.com/track/tattooed-in-reverse

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#musiquinta “Te superei”

Escolho uma música de um dos meus “discos de 2025” (que não é bem, é um disco de 2000 mas em 2025 saiu uma edição de comemoração de 25 anos, com um lado extra, e lá tive eu de comprar a nova edição também…). É possível argumentar que todo o álbum, “Clear Hearts Grey Flowers” das Jack Off Jill, é um álbum com o tópico “te superei”, mas se é só uma musiquinha, então “Losing His Touch” é capaz de ser o clímax. Fica aqui a música, mas façam a vocês mesmos um favor e ouçam o disco na íntegra!

https://song.link/y/n3aBDyiRpjM

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O #Menestrel deste mês é sobre álbuns que contam uma história. O mês começou depois de um concerto que terminou com a “Coma White”, e que me levou a escolher essa música para a #musiquinta seguinte, pensei escolher o álbum de onde essa música saiu (Mechanical Animals) para o menestrel. Mas nem para contar a história de Coma, a personagem dessa música, me bastaria pegar só nesse álbum, e a história dele está intrinsecamente ligada com o resto do tríptice. Quando foi publicado pela primeira vez, Mechanical Animals era para ser entendido como uma sequela, mas mais tarde passou a prequela, uma história contada em três actos, começando do fim (com Antichrist Superstar, passando pelo Mechanical Animals) para o princípio (com Holy Wood). Mas o menestrel não é para tríptices, é para álbuns… e se vamos pegar nesta história, então o álbum que temos de escolher é o ACSS, o primeiro (lançado em 1996), o princípio e o fim, e um álbum que conta uma história por si só.

ACSS é tem um protagonista, “The Worm”, um fraco entre os fortes, pobre entre ricos, feio ente bonitos. Na sua revolta contra o poder, ele torna-se num carismático demagogo, acabando por se tornar num adorado ídolo de revolta… apenas para se tornar naquilo que inicialmente o revoltava. (Este resumo não faz justiça à história, mas é quanto cabe num toot.)

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#Musiquinta Chique:

Já fui a muitos eventos musicais “chiques” (não há nada mais chique do que ir à Ópera, certo?), mas o tipo de coisas que ouço não é propriamente um ambiente que diria chique… a excepção talvez exista, contudo. Dentro do que é “a minha onda”, ter isso a um concerto de “Balanescu Quartet” não foi só bom (belo concerto), como um bocado surpreendente, pelo… quão chique aquela audiência era. E pronto, mesmo que eu não seja chique, agora a música deles é, para mim, e aqui fica uma das músicas que foram tocadas nesse concerto, “Spotdance”:

https://song.link/y/D0Z63iwju_M

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A #musiquinta desta semana é para música ao vivo, “Só versão de show, aquelas icônicas que superam a gravação de estúdio. 🗣️ 🎙️ “

E como tem aquela referência a superar a versão de estúdio, fui ao disco ao vivo que provavelmente mais rodei para pegar nesta versão que não fica nada atrás da versão de estúdio, mas tem um “final” ainda melhor: é a Sweet Dreams com a Hell Outro, do disco “The Last Tour On Earth” de Marilyn Manson.

https://song.link/y/-gkGrLedeBA

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#musiquinta com #personagem

Personagens na música são muitas, na música deste artista também - até neste álbum são várias as dignas de menção. Mas para escolher uma, escolho “Coma” de Marilyn Manson, talvez por ainda aqui há dias ter visto um concerto que terminou com a música “Coma White” a ser tocada.

No disco (Mechanical Animals) Coma é uma mulher, o interesse romântico do autor-protagonista (Manson, não Omega - sim, o álbum tem dois protagonistas). Mas é mais do que isso: é a personificação de uma metáfora, de um ideal de perfeição que pode ser representado como uma mulher, mas também como uma droga, ou sexo, ou religião - com aquilo que providencie a procura de um prazer idealizado e portanto inatingível.

Coma é esse ideal, o inatingível, a Deusa que nós não devemos procurar, pela futilidade do exercício, e pelos efeitos mecânicos da tentativa e da frustração.

Mas chega de interpretação, vamos à música - não a única onde Coma aparece, mas aquela onde tem o palco principal:

Marilyn Manson - Coma White (videoclip)
https://youtu.be/QQPJYnr48yU

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#musiquinta “Músicas sobre velocidade”?

Aqui fica a mais veloz música de todas.
Do primeiro e melhor (para mim) album dos Napalm Death, “Scum”, vem a “You Suffer”, uma música que ganhou um prémio Guiness… por ser a mais curta algumas vez gravada. Com pouco mais de um segundo de duração, isto é que é velocidade: ainda está a começar e já acabou…

A letra, na íntegra: “You Suffer, but Why?”

Não sei se concordo com a Rolling Stone que esta é uma das 100 melhores músicas de metal de todos os tempos (não é das minhas favoritas do disco, sequer), mas lá que é memorável não há questão: veio-me logo à mente quando vi a votação para escolher o tema desta musiquinta…

Seja como for, se já leu este texto até aqui, já perdeu a oportunidade de ouvir a música em questão umas dezenas de vezes, por isso vou postar e escrever sobre a música e deixar um link para você a poder ouvir (e ver, que mesmo com menos de 2 segundos ela teve direito a videoclip!) :-)

https://youtu.be/9Z1IGjr2cT0

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#musiquinta “Música feita por pessoas negras”, e primeiro ocorrem-me umas quantas opções de Jazz, e lego a seguir noto que são raros os músicos negros que tenho na minha coleção se não contar com Jazz ou Blues (que não é, de todo, o tipo de música que mais ouço). Então é bem propositado decidir destacar essas “excepções” (e se calhar inspirar-me na hashtag para alargar os meus horizontes…)

Então quem vos trago aqui hoje é o Maxim dos The Prodigy, que não só tem dado voz como escreveu várias das músicas… incluindo a que escolho hoje: Poison.

https://youtu.be/_mej5wS7viw

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