“Para mitigar estes riscos e garantir a soberania digital, a Microsoft destacou a implementação do “Data Boundary” (Fronteira de Dados da UE) e a figura do “Data Guardian”, mecanismos que asseguram que os dados e metadados de cidadãos europeus permanecem no espaço comunitário e que o acesso a partir do exterior, nomeadamente dos Estados Unidos, carece de autorização europeia.”
Em: Investimento da Microsoft em Sines pode catapultar Portugal para o “top 5” dos ciberataques na Europa - CNN Portugal
E pronto, lá está a Microsoft com a sua lenga-lenga, a fingir que usar os serviços proprietários de uma empresa norte-americana pode servir para ter uma “nuvem soberana”, logo que se tenha uma “data boundary” e um “data guardian” para garantir que os dados sĂł sĂŁo acessĂveis por Europeus… e a Microsoft, e a NScale, e a NVidia, e os EUA.