#ptpol #debates #presidenciais
1 - #GreveGeral: é possível e útil um acordo entre Governo e UGT? CM diz que entendimento é difícil com um pacote tão maue os insultos que o Governo tem feito aos sindicatos. LM acha acordo possível e útil. Acha que o acordo devia ser mais abrangente em matérias afectadas, e que a CGTP não interessa se quer ou não, o que interessa é UGT e patrões. CM perguntou a LMM o que mudava no pacote, LMM diz que não diz que isso é trabalho dos negociantes. Mas se ele diz que promulgaria com diferenças e não diz quais não é muito transparente aos eleitores… CM elenco vários pontos maus do pacote. LMM continua a dizer que não diz, e diz que CM só diz porque não tem probabilidade de ser eleita.
2 - independência: CM diz que quando há um Governo tão inclinado à direita e ataque aos trabalhadores, é importante ter uma presidente que faça contraponto e diga desde já que vai proteger o trabalho em vez de fragilizar. LMM pede que se parem os falsos moralismos, todos os candidatos querem o bem, só por caminhos diferentes. (Ele não pode acreditar isso…) Em vez de falar de independência acusa CM de ter causado instabilidade e crise ao chumbar o OE da geringonça (espero que ela responda).
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1 (cont.) - Cotrim distancia-se de LMM criticando a UGT enquanto LMM a tem valorizado. Moderador pergunta como é que este pacote vai resolver problemas com os de natalidade ou fosso salarial. Não há resposta. “Mas dizem que isto é um pacote todo desequilibrado” insiste o moderador, mas candidatos não querem saber. Cotrim diz que este pacote não resolve esses problemas mas também não há soluções para esses problemas em 2 ou 3 anos. (E se nunca fizermos nada, nem em 2 ou 3 séculos, digo eu). Moderador diz “então e a pobreza”? Cotrim acha que isso se resolve com crescimento económico (como se isso alguma vez tivesse reduzido desigualdades ou pobreza). LMM diz que o crescimento económico vai ajudar (tb não explica como) mas que é preciso mais - componentes sociais. LMM critica a proposta de IRS de Cotrim (IL). Cotrim diz que um jovem em Portugal entra no mercado de trabalho e passado quatro anos está no escalão máximo de IRS… Claramente ele vive num Portugal diferente do real, e os jovens com que ele janta são de uma elite bem exclusiva… sobrinhos de CEOs, suponho. Mas LMM em vez de apontar o ridículo do que Cotrim disse, fala em vez disso de Cotrim querer a CGD privatizada. Moderador avisa que a maioria dos jovens recebe menos de 700€/mês
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#ptpol #debate #presidencial 2
Hoje o debate é na #SIC, e suponho que muito mais civilizado. Vamos ouvir…
ontem na #TVI o debate começou com atraso para termos de gramar com publicidade. Hoje não SIC é pior, temos de levar com vários minutos do #NunoRogeiro, personagem que não se percebe como ainda tem quem o deixe falar…
E começa o debate com a questão da greve geral. Marques Mendes diz que não há drama. Espera que haja acordo entre governo, entidades patronais e UGT (e o resto das centrais sindicais? A CGTP?) António Filipe diz que LMM está preocupado com a Greve Geral, ele está preocupado com o pacote laboral. (Com um o pacote passaria, o outro vetaria). LMM imita Seguro e diz que o António Filipe está na eleição errada, só que não se compara. E LMM aproveita para criticar a CGTP e a defender a UGT - o que vai contra a sua conversa que seria um presidente de diálogos e consensos.
25 de Novembro, António Filipe não iria às celebrações enquanto Presidente - porque essa celebração é para menorizar o 25 de Abril. LMM diz que o 25 de Novembro é uma data “igualmente importante”, e que no 25 de Novembro “o PCP perdeu” (re-escrevendo ou tentando reescrever a história).
maior desafio e prioridade: LMM diz estabilidade (fazendo com que se aprovem OE)
“O aviso, contudo, é claro: se nas reuniões marcadas para 19 de novembro e 10 de dezembro o executivo voltar a apresentar um documento semelhante ao apresentado recentemente - que Mário Mourão classifica como “inócuo” - a central sindical ponderará “marcar dois dias de greve em vez de um”.”
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